Embora cada país conte com as particularidades da sua própria população no que diz respeito aos cuidados com a saúde e a aparência, a verdade é que a excessiva queda de cabelo é um problema de alcance mundial, e a discussão a respeito das suas causas e tratamentos também é destaque nos mais diversos veículos de comunicação internacionais.
Principais tipos de queda de cabelo:
O eflúvio telógeno
Um dos fatores que podem desencadear a acentuada perda de cabelo é o chamado “eflúvio telógeno”, isto é, uma intensa e generalizada queda capilar (até 20-30% do total do cabelo) durante a fase telógena (aquela em que o cabelo cai para dar lugar a um novo fio).
Alopecia areata
Na matéria na qual nos baseamos, consta que a alopecia areata é uma doença causada por uma disfunção do sistema imunológico, na qual ele não reconhece mais os folículos capilares e os considera uma espécie de “inimigos”, atacando-os e bloqueando a sua atividade.
Alopecia androgenética
Popularmente conhecida como “calvície hereditária”, é a calvície de padrão clássico, que ocorre predominantemente em homens, embora muitas mulheres também possam ser diagnosticadas com esse problema.
Alopecia cicatricial
A alopecia cicatricial se caracteriza pela destruição irreversível do folículo capilar, impossibilitando que novos fios voltem a crescer nas áreas afetadas do couro cabeludo.
Causas e tratamentos comuns
Os farmacológicos estão entre os tratamentos contra a queda de cabelo, além de outros tratamentos estéticos. Mais é importante ressaltar que existem muitos fatores capazes de desencadear um processo de perda dos fios em quantidade considerada acima da média. Entre eles, estão desde causas internas até causas externas, como deficiências nutricionais, estresse, disfunções hormonais, efeitos de procedimentos químicos realizados nos salões de beleza, entre outras tantas possibilidades. Por essa razão, é imprescindível que, além de não se automedicar, o interessado no tratamento da calvície procure uma orientação médica o mais rápido possível. Afinal, é preciso diagnosticar a origem da queda de cabelo para que se possa prescrever a terapia mais efetiva, de acordo com as especificidades de cada caso.
Quando a queda de cabelo é de origem nutricional, deve – se diagnóstica – la através de exames bioquímicos específicos e através da anamnese nutricional feita pela nutricionista, que também identifica também deficiências energéticas.
Identificadas as deficiências nutricionais, a nutricionista faz uma adequação alimentar e se for o caso, faz a suplementação necessária.
Para começar, é essencial que você adote uma alimentação balanceada, pois o processo de crescimento dos fios demanda quantidades adequadas de minerais, como o ferro, vitaminas e proteínas. Quando seguimos dietas rígidas ou desreguladas, a deficiência desses nutrientes pode causar a fragilidade do fio e, consequentemente, a sua queda.
Além disso, a prática regular de exercícios físicos é uma excelente contribuição para quem também deseja ter cabelos saudáveis. O controle do estresse também é alternativa para os cuidados da queda de cabelo, isto se o estresse for identificado como causa
Evitar o cigarro, o uso de anabolizantes, a utilização de secadores e chapinhas, a realização de procedimentos químicos também são ações que se somam na manutenção de cabelos fortalecidos. Mas se, mesmo com todos esses cuidados, você identificar que eles estão caindo mais do que o comum, lembre-se de procurar o dermatologista o mais rápido possível. Até porque, quanto mais cedo o tratamento for iniciado, mais promissores os seus resultados.
Referências Bibliograficas:

Nenhum comentário:
Postar um comentário