Apesar de não existir um acordo nas definições de dieta low carb, o procedimento pode ser entendido como uma intervenção dietética que prioriza o baixo consumo de carboidratos. Enquanto os guias alimentares recomenda o consumo minimo de 55% de carboidratos do total da dieta de 1 dia, a low carb oferece no máximo 45%.
São conceitos que tem gerado polêmica. Visto que esse método de emagrecimento foi a público muito rápido por pessoas sem capacitação, acabou sofrendo várias adaptações e o meio profissional tem encarado como 'dieta da moda". O que vem a ser um dieta da moda? São práticas alimentares populares e temporárias que prometem um emagrecimento rápido, porém sem apoio cientifico que comprovem sua eficácia.
A eficácia da low carb já foi mencionada por diversos profissionais desde 1924 quando a relacionaram com a melhora do quadro de epilepsia. De lá pra ca, vários modelos foram propostos e tem se intensificado os estudos acerca da low carb e suas vantagens. Alguns estudos dizem comprovar sua eficácia no emagrecimento, na melhora do quadro de diabetes, colesterol alto, doenças cardíacas, hipertensão arterial, gordura no fígado, o aumento do metabolismo e além disso, na melhora da resposta ao mecanismo de fome e saciedade.
Sabe se que para diminuir a quantidade de carboidratos da dieta, é preciso aumentar outro nutriente energético, no caso as gorduras ou as proteínas. Apesar de não haver consenso de que a gordura dietética está relacionada a um risco aumentado de doença cardíaca ou vascular, sugerem-se que, mesmo nas low carb, as recomendações limites para o consumo de gordura saturadas (gordura animal) fossem mantidas em no máximo 10%, conforme diretrizes atuais, mantendo assim, as calorias totais. Sendo assim, na low carb prioriza o aumento do consumo de proteínas dietéticas que poderia propiciar a diminuição do peso e ainda manteria a massa muscular, o que seria favorável para a saude. Dietas com um teor mais alto de proteínas estão associadas á manutenção da massa muscular e a diminuição da perda proteica. Estudiosos afirmam que a redução de gordura corporal e a manutenção de massa muscular estariam relacionadas ao nível de restrição de carboidratos, exercício físico e consumo proteico.
Mas a redução de carboidratos na dieta também teriam seus pontos negativos. Apesar das boas evidencias, especula-se que a perda e manutenção de peso corporal estaria relacionada ao aumento do consumo de proteína, a prática low-carb, enquanto o teor de gordura não teria efeito. Todavia, a retenção de massa muscular observada em estudos que utilizaram dieta com baixo teor de carboidratos com um perfil adequado de proteínas contradizem essa hipótese. Outro fator negativo para o alto consumo de proteínas na dieta e menor consumo de carboidratos, é sua relação com incidência de canceres.
Porém, afirma - se que as consequências metabólicas das dietas de alto teor de proteína são controversas, sendo que maioria dos especialistas concorda que a ingestão de proteínas em longo prazo devem ser respeitadas o máximo de ingestão proteica recomendada, ou seja, 2 gramas de proteínas por Kg de peso corporal.
O que se observa agora em estudos, é se a low carb funciona em todos os organismos, já que nenhum ser humano é igual do ponto de vista metabólico e genético. Embora a diferença média na perda de peso entre dietas pareça um tanto modesta, a possibilidade de impacto significativo na saúde pública não deve ser descartada, particularmente se tal efeito puder ser sustentado em longo prazo em uma grande população.
Enquanto não existir um consenso definitivo, vale á máxima alimentação equilibrada, prática regular de exercícios físicos, metas consistentes para a mudança de hábito e melhora do quandro de ansiedade e estresse como forma de se manter a saude e ainda tornar possível o emagrecimento.
Parecer técnico baseado em evidências científicas
São conceitos que tem gerado polêmica. Visto que esse método de emagrecimento foi a público muito rápido por pessoas sem capacitação, acabou sofrendo várias adaptações e o meio profissional tem encarado como 'dieta da moda". O que vem a ser um dieta da moda? São práticas alimentares populares e temporárias que prometem um emagrecimento rápido, porém sem apoio cientifico que comprovem sua eficácia.
A eficácia da low carb já foi mencionada por diversos profissionais desde 1924 quando a relacionaram com a melhora do quadro de epilepsia. De lá pra ca, vários modelos foram propostos e tem se intensificado os estudos acerca da low carb e suas vantagens. Alguns estudos dizem comprovar sua eficácia no emagrecimento, na melhora do quadro de diabetes, colesterol alto, doenças cardíacas, hipertensão arterial, gordura no fígado, o aumento do metabolismo e além disso, na melhora da resposta ao mecanismo de fome e saciedade.
Sabe se que para diminuir a quantidade de carboidratos da dieta, é preciso aumentar outro nutriente energético, no caso as gorduras ou as proteínas. Apesar de não haver consenso de que a gordura dietética está relacionada a um risco aumentado de doença cardíaca ou vascular, sugerem-se que, mesmo nas low carb, as recomendações limites para o consumo de gordura saturadas (gordura animal) fossem mantidas em no máximo 10%, conforme diretrizes atuais, mantendo assim, as calorias totais. Sendo assim, na low carb prioriza o aumento do consumo de proteínas dietéticas que poderia propiciar a diminuição do peso e ainda manteria a massa muscular, o que seria favorável para a saude. Dietas com um teor mais alto de proteínas estão associadas á manutenção da massa muscular e a diminuição da perda proteica. Estudiosos afirmam que a redução de gordura corporal e a manutenção de massa muscular estariam relacionadas ao nível de restrição de carboidratos, exercício físico e consumo proteico.
Mas a redução de carboidratos na dieta também teriam seus pontos negativos. Apesar das boas evidencias, especula-se que a perda e manutenção de peso corporal estaria relacionada ao aumento do consumo de proteína, a prática low-carb, enquanto o teor de gordura não teria efeito. Todavia, a retenção de massa muscular observada em estudos que utilizaram dieta com baixo teor de carboidratos com um perfil adequado de proteínas contradizem essa hipótese. Outro fator negativo para o alto consumo de proteínas na dieta e menor consumo de carboidratos, é sua relação com incidência de canceres.
Porém, afirma - se que as consequências metabólicas das dietas de alto teor de proteína são controversas, sendo que maioria dos especialistas concorda que a ingestão de proteínas em longo prazo devem ser respeitadas o máximo de ingestão proteica recomendada, ou seja, 2 gramas de proteínas por Kg de peso corporal.
O que se observa agora em estudos, é se a low carb funciona em todos os organismos, já que nenhum ser humano é igual do ponto de vista metabólico e genético. Embora a diferença média na perda de peso entre dietas pareça um tanto modesta, a possibilidade de impacto significativo na saúde pública não deve ser descartada, particularmente se tal efeito puder ser sustentado em longo prazo em uma grande população.
Enquanto não existir um consenso definitivo, vale á máxima alimentação equilibrada, prática regular de exercícios físicos, metas consistentes para a mudança de hábito e melhora do quandro de ansiedade e estresse como forma de se manter a saude e ainda tornar possível o emagrecimento.
Parecer técnico baseado em evidências científicas

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