Cuidado com o excesso de notícias midiáticas sobre nutrição.

Raros são os dias em que não aparecem notícias sobre nutrição e dietas nas bancas dos jornais. Se for uma “nova dieta” ou uma recente dieta de Hollywood, a nutrição é um bom título. Este fenômeno é justificado pelo fato de que tudo o que comemos ou bebemos afecta o nosso organismo. Muitas das vezes é difícil desmistificar a importância dada e tentar identificar quais, se alguma, as alterações que devemos realizar para melhorar a nossa saúde e bem-estar; assim, existem formas de reconhecer qual a informação científica e relevante para cada um.

Embora a grande maioria da informação seja facultada pela família, amigos e livros, actualmente as principais fontes de informação sobre nutrição chega através da midia e internet. Existem diversas revistas, jornais, programas de televisão e rádio e uma variedade de sítios na web sobre nutrição e saúde, que proporcionam informação em excesso. As informações que se baseiam em estudos científicos também estão disponíveis. No entanto, esta informação sobre dietas e segurança alimentar aparece simplificada em excesso, fora do contexto ou muitas das vezes incluso ou impreciso. Assim, como podemos distinguir uma informação da outra?

A seguir  encontram-se alguns conselhos práticos para identificar se a informação científica, incluindo nutrição e segurança alimentar, é necessário pôr em causa. Frases como “bom demais para ser verdade” e alimentados listados como “bons” ou “maus” são algumas das indicações que mostram que a informação deve ser analisada com mais cuidado e rigor.

Dez sinais de alerta para detectar a pseudociência.
 
Tenha cuidado se a informação contiver:
01- recomendações que prometam soluções rápidas.
02- avisos alarmantes sobre os perigos de um simples produto ou regime. 03- afirmações que soam a bom demais para ser verdade
04- conclusões simplistas acerca de um estudo complexo.
05- recomendações retiradas de um único estudo
06- declarações categóricas rebatidas por organizações científicas reconhecidas.
07- listas de alimentos “bons” e “maus” .
08- recomendações realizadas com o objectivo de vender um produto.
09- Recomendações baseadas em estudos publicados em revisão bibliográfica.
10- Recomendações obtidas de estudos que não tenham em conta as diferenças entre individuos. 

Pessoal a melhor maneira de saber sobre alimentação saudável é procurando orientação de um profissional nutricionista. Só ele é capacitado pra dizer o que é certo ou o que é errado na nutrição, ok?. Então fica a dica!

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